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Mostrando postagens de outubro, 2017

Para descontrair

Para descontrair!!! Adoro esse texto. Paulo Leminsk utiliza o uso das normas gramaticais de uma maneira descontraída. É a utilização de regras de maneira descontraída. E vamos ao deleite! O ASSASSINO ERA O ESCRIBA  ( Paulo Leminsk) Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjugação. Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou com uma regência. Foi infeliz. Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA. Não deu. Acharam um artigo indefinido em sua bagagem. A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva, o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça. fonte:  http://www.casadobruxo.com.br/poesia/p/paulol24.h...

FRASE X ORAÇÃO

FRASE X ORAÇÃO E  a dúvida persiste mesmo depois de a professora explicar, explicar e explicar.... Como saber o que é uma oração e uma frase, como diferencia-las? Para ajudar fiz esse resuminho de materiais disponíveis na internet. Frase  x Oração        1. Todo enunciado  que contenha um sentido em si e consiga transmitir uma mensagem é considerada uma frase. As frases podem ser compostas por apenas uma palavra ou por várias, e não precisam necessariamente conter um verbo. Ex: Silêncio, querido. Um pouquinho mais feliz.             2.  Na   oração   sempre há a presença de um verbo, pois a oração faz referência mais especificamente a algum tipo de ação. Ex: Estive lá ontem. O que você faz aí? Períodos O período nada mais é do que uma frase que pode ser formada por uma ou mais orações formando apenas um sentido. O sentido da frase permanece completo e facilmente compr...